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quarta-feira, julho 15, 2009

Obama em Gana

E foi neste fim de semana (dia 11 e 12) a visita de Obama a Gana, visita breve mas de muita importância política.


Muitos pontos podem ser tirdos desta visita, vou tentar aqui alguns que me chamaram a atenção:

Primeiro a conservação do sistema de comunicação utilizado por Obama em sua campanha de eleição, onde se utilizou de inúmeros recursos tecnlógicos de comunicação. A casa branca, manteve bogs, twitters e até mesmo uma tv no Youtube para se comunicar com o resto do mundo.

Sim a visita a Gana, assim como a Itália e a Rússia (esta foi a agenda do Presidente) foi seguida de perto por quem quisese nas principais línguas e nos meios que quisessem: o discurso de Obama em Gana pode ser ouvido em Inglês (original) e lido no blog da casa branca em árabe, francês, Inglês, português e pasmem: swarili, idioma mais falado no continente africano.


Também foi também aberto na mesma época, um canal de perguntas ao presidente via twitter e sms, perguntas que serial selecionadas e posteriormente respondidas pelo presidente, além dos demasi modelos de comunicaçnao que também estavam a disposição.
Segue o link para tudo isso:

No YouTube: http://www.youtube.com/whitehouse
No Flick: http://www.flickr.com/photos/whitehouse
No Twitter: http://twitter.com/whitehouse
No Blog o discurso traduzido: http://www.whitehouse.gov/blog/
está no blog vários vídeos com as respostas para as perguntas enviadas por sms, e-mails e twitter

No myspace: http://www.myspace.com/whitehouse

SMS: http://www.whitehouse.gov/mediaresources/Ghana-SMSMap/





Por que Russia, Itáia e Gana?


"Dirijo-me a vós no fim de uma longa viagem. Comecei na Rússia, numa Cimeira entre duas grandes potências mundiais. Viajei para Itália, para um encontro entre as economias mais fortes do mundo. E vim aqui ao Gana por uma simples razão: o século XXI será influenciado não só pelo acontecimentos em Roma, Moscovo ou em Washington, mas também pelo que acontece em Acra"

É um ciclo político completo, os Estados Unidos não estão deixando "nenhuma ponta sem nó" é óbivio que o encontro na Rússia e Ítália exigiam a presença do presidnete americano, e para mostrar que apesar de sua ausencia na Reunião dos Paises Africanos (não sei se ele foi convidado, acho que não), ocorrida na mesma época, Obama se mostra atento as decisões e deixa claro seu apoio aos países africanos que mostram uma postura séria em relação a sua política nacional, ao mesmo tempo critica e se opõe a governos que não cumprem com o estado de diretio.

Em seu discurso deixou claro a oposição a todos os países que de alguma forma sofreram golpes, ou aqueles onde seus governantes não deixam o poder.

Foi delicado em relação ao TribunalInternacional, isso por que os Estados Unidos não reconhecem o tribunal, mas de forma discreta apoia suas decisões.

Agora é ver o que acontece, não somente em Gana, mas também com a reunião da Itália e Russia.

Segue aqui uma capulana feitas em comemoração a vinda de Barack Obama, vou ver se consigo encontrar alguma para minha coleção.

sexta-feira, janeiro 09, 2009

Eleições em Gana, Guiné e Guiné Bissau

Apesar de minhas férias na África do Sul, os 52 países do continente não param, chamo a atenção para a passagem de governo em três países da África Ocidental: Gana, Guiné e Guiné Bissau.

Em Gana, ex colônia holandesa, país da África Ocidental, teve eleições presidenciais. John Evans Atta Mills, candidato da oposição foi eleito por 50,13% contra 49.87% de Akufo-Addo, que aceitou a derrota e promoveu uma eleição sem maiores transtornos. Há relatos de insegurança no dia da eleição em algumas localidades, mas nada que leve a uma suspeita de fraude, muito menos de um golpe militar.

Em Guiné, ex col
ônia Francesa, África Ocidental, desde a morte do presidente Lansana Conte, (74 anos, no governo a 24), vive-se uma instabilidade política, devido ao golpe militar, ocorrido na primeira semana de Janeiro, liderado por Mussa Dadis Camaram, que tem o "carisma" de uma parte da população.

Camaram, após um período de falta de informações, onde ninguém sabia quem estava no poder, está agora a organizar um governo de transição, e ontem (8 de janeiro) nomeou um civil como Primeiro Ministro. Muitos estão vendo como o cumprimento da promessa de um governo mais claro e voltado ao povo.

No caso de Guiné a comunidade internacional se opôs radicalmente ao golpe, França, declarou que era contra e que não aceitaria o novo governo. A União Africana suspendeu Guiné do Bloco Continental, o que significa sanções, e faz pressão sobre os golpistas de reestabelecerem a ordem no país e seguirem a constituição que determina novas eleições em 2 meses. Camaram afirma que o país terá eleições em dois anos.

Em Guiné Bissau, ex col
ônia portuguesa, África Ocidental, houve eleições e passagem do governo no dia 8 de Janeiro. Particularmente, eu não acompanhei esta eleição, mas sei que houve um atentado ao presidente, com tiros e morte de seguranças, golpistas presos no país vizinho (Senegal) e a posse do partido de oposição, que recebeu duras criticas por "não estar preparado para assumir o governo".

Quanto as minhas férias, já voltarei a postar. Mas não se esqueçam de votar, faltam 7 dias!